por Juliana Franqueira

Sempre acompanhei a querida Juliana Franqueira pela vida. Mais feliz ainda eram os dias que nos encontrávamos pelas trilhas. Inspiração de saúde, qualidade de vida, programas de Bem Estar, ação e atividade constante. Há 02 semanas conheci o blog desta linda e estou encantada. Não só pelo conteúdo, como pela maneira que espõe a beleza e a alegria da vida. Acredito que foi assim que ela descreveu a #nossajornadayoga. Leiam vocês mesmos que linda matéria e acessem o MOTIVOAÇÃO. 

 

 

Que tal embarcar numa jornada em busca de autoconhecimento e felicidade? Esta viagem percorre caminhos repletos de cheiros, sensações e energias. Experiências que, antes de serem vividas, são sentidas, nos alimentando uma vontade imediata de estar naquele lugar, vivenciando aquela experiência. As histórias desta viagem são contadas por duas meninas, Fernanda Mann (jornalista, bióloga e fotógrafa) e Simone Las Casas (consultora em Spa’s e professora de yoga).

O projeto dessas duas amigas, intitulado “Nossa Jornada Yoga”, traz uma viagem divertida e informativa por espaços voltados para aulas de yoga (vinyasa, hatha, acro yoga, fly yoga) e terapias integrativas (meditação, massagem, reiki). Com uma roupa confortável e, de preferência, nenhum calçado, elas partem atrás de opções de práticas, lugares e profissionais que auxiliam nesta “busca interna pela felicidade”. 

O “Nossa Jornada Yoga” é a soma de dois projetos pessoais. De um lado, o “With You” que além de ser um espaço físico em Belo Horizonte, onde Si Las Casas ministra aulas de yoga para grupos limitados, é também um blog (siwithyou.com.br) e traz exercícios para facilitar a prática da modalidade, dicas de spa’s e receitas de pratos vegetarianos e veganos.

Do outro lado está o “Better life everyday” conduzido por Fernanda no instagram (@fernandamann) e em seu site (fernandamann.com) que trazem dicas de uma alimentação saudável, fotografias lindas e divertidas, âsanas de yoga, ginásticas funcionais, sustentabilidade, voos e levitações que só mesmo navegando na web pra entender.

 

Juntas ou separadas, mas sempre com riqueza de detalhes, as iogues esperam com seus posts facilitar a vida das pessoas que se interessam pela yoga, mas não sabem por onde começar. Foi o que aconteceu com a paulista Paula Fujii que seguiu uma das dicas do projeto: “Eu estava buscando um lugar para iniciar a prática, mas estava com receio por não ter referência aqui em Belo Horizonte. Por uma indicação sua, vou fazer uma aula experimental. ”

 

“Levando informação sobre o estilo de prática é possível achar alguma opção que se encaixe perfeitamente em sua rotina e venha lhe trazer mais qualidade de vida a partir do autoconhecimento, fortalecimento do corpo, ganho de flexibilidade e controle das emoções, explica Fernanda. “Nós não imaginávamos que encontraríamos tanta diversidade de práticas, tantas ofertas de espaços e professores”, completa.

Segundo Simone, a jornada pretende divulgar os diferentes estilos de yoga e criar uma rede de interação que traga ao conhecimento das pessoas, os locais de prática e os benefícios de cada uma, e conclui: “as diferenças entre as modalidades são gritantes e a pessoa tem que se identificar com a prática, com a dinâmica da aula e até com o tom de voz do professor”.

 

 

Não fique de fora! Siga as pegadas por onde já passou a “Nossa Jornada Yoga”:

Hatha yoga: Solange Pacheco - Eterno Movimento (BH - bairro Belvedere)

Acroyoga: Luana Leão - Sachcha Prem (BH - bairro Mangabeiras)

Hatha yoga: Mila Monteiro - Espaço Una Yoga (SP - bairro Jardim América)

Fly yoga: Aline - Prana Bem-estar (BH - bairro Santo Antônio)

Vinyasa: Karuna - Sachcha Prem (BH - bairro Mangabeiras)

Hatha Yoga Integral: Fabiana Barros - Oficina da Alma (BH - bairro Barroca)

Hatha Yoga Integral: Marta Pais - Núcleo Satya (BH - bairro Buritis)
 




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por Fernanda Mann


Essa semana fui em um espaço que a Si me apresentou. Lá encima, bem no alto do bairro mangabeiras, grudadinho na Serra do Curral, que dá um pouco a impressão de que não estamos mais imersos ao caos da cidade grande.

 

 

Minha expectativa era de uma casa enorme, talvez luxuosa. Estacionei com facilidade, pois há várias vagas na porta. Quando o portão de ferro se abriu minha primeira visão foi de uma laranjeira repleta de frutos muito coloridos. Isso me trouxe uma ótima primeira impressão. Entrei pelo caminho que cruza o pequeno jardim e fui reparando no capricho em cada detalhe do local. Não se tratava de um lugar ostensivo, como imaginei. Ao contrário, é bem simples, mas bastante aconchegante, com muito verde, poltroninhas convidativas e uma sala ampla e confortável para a prática de yoga. Participei de duas aulas em diferentes momentos e estilos, com vários outros alunos, mais de dez.

 

 

As aulas foram a de acroyoga, com a professor Luana Leão, que já trouxemos para vocês nesta jornada, e a outra de Vinyasa, com a Karuna, que trarei até o final dessa semana. Durante os primeiros e últimos momentos da aula ouvi o canto dos pássaros e o barulho do vento, uma delícia! Mas também alguns ônibus passaram, o que traz o desafio sempre presente nos relaxamentos da yoga, de nos desprendermos dos sons que não são vitais para nós.

 


O Centro de Yoga e Terapias Integrativas Sachcha Prem, oferece diversas atividades, práticas e terapias com o objetivo de despertar a auto consciência, a vivência e conhecimento de métodos que melhoram a saúde e elevam o espírito. Os profissionais foram muito atenciosos. Ali acontecem aulas de yoga todos os dias em diferentes horários e estilos. Além disso, oferecem diversas outras práticas, como meditação, dança circular, reiki, consultas ayurvedicas, entre outras. Estas, não cheguei a experimentar, mas pretendo voltar, pois senti muita seriedade no propósito do espaço, chamado Schcha Prem em homenagem à linha Sachcha e ao guru Prem Baba.

 

 

O significado das palavras que lhe dão nome, são respectivamente, verdade, sinceridade e amor, o que explica seu objetivo e crença maior no despertar do amor verdadeiro. Achei interessante a diversidade de oficinas e cursos que oferecem. Todos comprometidos com o fomento de um mundo melhor e de práticas mais saudáveis e sustentáveis, seja consigo mesmo, nas relações humanas ou mesmo na prática diária, a exemplo da oficina de compostagem, entre outras que podem ser conferidas na agenda que está no site do espaço.

 

Existem terapias individualizadas, com direcionamento à cada interessado, o que chamam Yogaterapia. Essa também não experimentei ainda, mas deve ser interessante, pois verificam qual sua maior necessidade para um direcionamento específico de cura física ou psicologica. Por enquanto, é isso. Uma vontade de conhecer mais, pois senti firmeza no propósito.

Sobre as aulas de Yoga, os horários são:

Segunda e Quinta: 7h30 - Hatha Integral Clássico - Professora Márcia Pacheco
Segunda e Quarta: 12h - Hatha Integral Flow - Professora Prem Karuna
Terça e Quinta: 8h30 - Hatha Integral Flow - Professora Prem Karuna
Segunda e Quarta: 18h30 - Acro Yoga - Professora Luana Leão
Segunda a Quinta: 20h - Vinyasa Flow - Professora Prem Karuna
Horário a combinar: Yogaterapia - Professora Karuna

 



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por Fernanda Mann

Não se trata de uma yoga convencional, é fato! Mas confesso que foi uma das coisas mais legais que já fiz em minha vida. Morri de amores pela prática e pela professora, Luana Leão. A gente chega na aula com um friozinho na barriga, sem saber muito bem o que está por vir, pensando se vai dar conta ou não. Aí espia os outros alunos… Nenhum tinha pinta de acrobata, ginasta ou algo do tipo.

 

 

Chega a professora, linda, forte, mas magrinha, esguia. Nada de músculos estourando a pele. Com uma voz doce e suave, de menina mesmo, ela começa a aula. Os primeiros ásanas são como os das aulas tradicionais. Um pouco de respiração para acalmar a mente, atentar-se à si mesmo e colocar-se em estado presente. As muitas posturas vão aquecendo o corpo e nos trazendo cada vez mais para um estado consciente e presente, de concentração e conecção com o corpo.

 

Passado um pouco mais que metade da aula, começam os desafios. Você escolhe um colega, as vezes dois ou três e com a ajuda deles vai ganhando mais alongamento, mais flexibilidade e principalmente, maior confiança. É muito bom contar com seu “anjo”, o parceiro que fica ao lado guiando o movimento entre a dupla ou trio, saber que tem alguem ali caso você deslise ou desequilibre, uma mão amiga está pronta a te ajudar. O melhor de tudo é perceber que você dá conta.

 

Alguns dos integrantes da turma nunca haviam praticado outras modalidades de yoga e mesmo um pouco enferrujados não deixaram de tentar e o mais incrível, conseguiram! Você não vai sair da aula sem a sensação de conquista, porque com toda certeza vai supercar algum desafio. Aí vem um cançaso gostoso, uma sensação de bem estar e você está pronto para o relaxamento. Já quero voltar!


 

Luana morou em Los Angeles por dois anos, onde se dedicou à prática e estudos do Power Yoga e Vinyasa no Yoga Works. Formou-se na primeira modalidade pela Bryan Kest Power Yoga e praticou a AcroYoga com vários dos melhores acroyogis do paíes, certificando-se como professor pale Acro Yoga Inc. em Guadalajara, no México.




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por Fernanda Mann


É uma grande satisfação fazer esta primeira parada da jornada no Eterno Movimento, o primeiro espaço de yoga que frequentei em minha vida, fonte na qual mato minha sede até hoje. A responsável pelo espaço é a Solange Pacheco, minha eterna mestra, professor há mais de 17 anos. O espaço ficaem Belo Horizonte, no bairro Belvedere. É uma sala intimista e aconchegante onde acontece a prática de Hatha Yoga, Meditação, Reike e Constelação Familiar.

 



A Hatha Yoga é uma linha bem tradicional e completa. Indico para todos, mas principalmente para aqueles que estão tendo o primeiro contato com a yoga, pois permite um conhecimento real e profundo de sua filosofia e prática. Também conhecida como yoga da força, tem o poder de curar, de erguer, de apaziguar e libertar. Seus ásanas, posturas corporais, junto aos pranayamas, exercícios respiratórios desenvolvem a consciência corporal e além do alongamento e fortalecimento muscular, desenvolvem o equilíbrio corpo-mente-alma, trazendo benefícios à saúde e à qualidade de vida que vão além daquele momento em sala. Com o tempo assume-se uma nova percepção em relação ao corpo, ouvindo-o e respeitando-o com maior facilidade. Trata-se de uma vivência tranquila, onde o corpo vivência momentos de força e intensidade, até o complete relaxamento. Pode ser praticada por todos os gêneros e idade, trazendo igual benefício a todos os públicos. A Hatha ainda estimula a meditação, que com a prática diminui a agitação mental até seu complete silêncio, o que diminiu o estresse e é rico complemento no tratamento de diversas doenças.

 

 

Bom… Além disso, o espaço oferece o Reiki, terapia reconhecida pela Organização Mundial da Saúde e que a Solange Pacheco aplica com louvor. Só experimentando para entender o bem estar e a potencial desta aplicação de energia com as mãos. O resultado é a harmonização de todo o corpo. Já a Constelação Familiar é uma terapia sistêmica que procura ajudar o individuo a encontrar e desobstruir seu caminho através da consciência da herança recebida dos seus ancestrais.

O Eterno movimento, além das aulas semanais, promove cursos de Formação para professors de Hatha Yoga, Yogaterapia e de Reike para terapeutas ou para aqueles que buscam simplesmente a auto aplicação.




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por Simone Las Casas

 

Este post é sobre Lonavla e a primeira experiência que tive com esta pequena cidade perto de Mumbai. O grupo de yoga que estou acompanhando nesta jornada pela índia segue a linha de Kaivaladhama e o instituto se situa aqui. Quando pesquisei um pouco sobre esta antiga tradição e sobre o enorme trabalho científico e literário que realizam no instituto fiquei ainda mais encantada com esta viagem.

 

 

 

 

Lonavla é uma cidade bem típica da índia, interiorana e que preserva antigas tradições. Interessante observar como os moradores e locais nos olham com olhos diferentes, por não estarem acostumados com muitos turistas. Fazem doces típicos locais maravilhosos, que adorei experimetar.

 

 

 

Fomos cedo para conhecer o instituto na manhã seguinte, um Ashram super ativo que oferece vários cursos de yoga e também hospeda turistas que querem conhecer a tradição ou fazer algum tratamento ayurvédico. Passamos primeiro pela lojinha e biblioteca e já foi aquela perdição. Muitas publicações excelentes de pessoas reconhecidas e sábias. Escolhi alguns livros, dvds e incensos.

 

 

 

A biblioteca é um paraíso para o estudante de Yoga. É a maior biblioteca do mundo em se tratando de títulos sobre Yoga. É muito interessante ver a imensidão do universo yoga aqui no oriente, enquanto no Ocidente, ainda podemos ter dificuldades para encontrar livros e informações seguras e bem baseadas.

 

 

 

 

A próxima visita ainda dentro do Ashram foi surpreendente. Conhecemos todos os equipamentos e aparelhagem que eles usam aqui para fazer as pesquisas científicas do Yoga. O mais impressionante foi uma câmara hermeticamente fechada no chão que é usada para medir a capacidade respiratória dos yogins. Enquanto uma pessoa normal consegue ficar até 06 horas até que o ar se acabe, o yogin fica até 16 horas.Impressionante, não!?

 

 

 

 

Depois, conhecemos o centro de naturopatia e o de ayurveda e agendamos tratamentos para o dia seguinte. Ali ao lado, o refeitório dos estudantes. Tivemos a oportunidade de experimentar a deliciosa comida deles, sem muito condimento e muito gostosa. Arroz integral, pão, couve flor e um molho de açafrão.

 

 

 

Saindo de kaivaladhama, fomos para o Instituto de Lonavla, onde fomos recebidos pelo Manmat Gharote, filho de Manohar Laxman Gharote. O Instituto é reconhecido pela universidade de pune como instituto para pesquisas e desenvolvimento do yoga.

 

 

Infelizmente hoje, yoga tem sido considerado apenas no campo fisico. Mas a tradição envolve: fisico, mental, emocional, social e espiritual. Yoga deve ser usado para integração de todos estes segmentos. Através do corpo, treinamos para algo além do corpo. Para entender todos estes aspectos, precisamos da literatura antiga e é isso que eles possuem no instituto.

 

 

Fazem uma coletânea de todos estes antigos manuscritos de todas as partes do mundo. Tem hoje em média 2700 manuscritos. Esta Literatura é importante para entender o yoga antigo, suas bases, raízes e verdades. Quando praticamos um asana, qual a referencia que temos!? Onde isso teve inicio? Por isso elaboraram o livro enciclopédia do yoga, que eu adquiri é claro. A enciclopédia descreve em média 900 ásanas.

 

O trabalho do instituto será agrupar todos os textos já publicados, através de todos os manuscritos encontrados e publicar tudo em um só livro. Filosofia: Ganhar dinheiro é fácil, mas trabalhar por uma causa é diferente. Eles querem difundir este conhecimento e as mensagens milenares do yoga e por isso, sempre que pedirmos para eles referências literárias, eles irão mandar xeróx para nós darmos continuidade ao trabalho. Achei de grande valor e importância esta causa pela qual travalham. Assim, poderemos ter acesso ainda por muitas gerações à toda a filosofia do Yoga.

O instituto publica novas traduções todo dia 17 de janeiro, aniversario de morte de gharote filho. E é exatamente quando acontece o congresso internacional em lonavla, do qual eu vou participar e contar tudo pra vocês!!

 

 

 

 

Voltamos para o Ashram a noite e fizemos uma prática maravilhosa de yoga com um indiano, que foi uma excelente experiência. Para fechar o dia com chave de ouro, uma meditação de 01 hora e meia com o mestre Bhogal, que foi extremamente restauradora e completa.

 

 


 

 




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por Simone Las Casas

 

Primeiro peço desculpas por ter demorado um pouco para voltar depois do reveillon. Na verdade, fiquei um bom tempo ainda encantada com Rishikesh e depois tive una pequenos probleminhas com as postagens, mas agora voltei com muitas novidades pra vocês.

 

 

No caminho de Delhi para Agra, passamos por Matura, a cidade onde krishna nasceu. Também passamos por Vadrivam, onde krishna viveu e cresceu. Krishna significa negro ou escuro, em sânscrito, que é um idioma indiano. É uma deusa personificada do hinduismo, a representante das manifestações de Deus Supremo no mundo, segundo a tradição hindu. Krishna também significa verdade absoluta, para os hindus. De acordo com os hindus, Krishna é o oitavo avatar de Vishnu, ou seja, é considerado um Deus, a Suprema Personalidade. Krishna aparece em várias tradições hindus, sempre falando de uma encarnação divina, inclusive várias religiões acabaram surgindo com o Krishna, como a chamada Hare Krishna.

 

 

Por este motivo, são cidades que tem muitos templos e também o templo sede da filosofia Hare krishna. Não vimos muito das cidades, mas achei muito interessante a história e importância espiritual. O Movimento Hare Krishna está inserido na mais antiga tradição religiosa de que se tem conhecimento. Ele é a própria religião Vaishnava (tradição monoteísta com milhões de seguidores na Índia e no Ocidente; cultiva a devoção a Krishna ou Vishnu).

 

 

 

Deixamos as coisas no hotel e fomos para o grande e tão esperado Taj Mahal, que é um monumento islâmico, que faz parte da dinastia mughal. Sua construção está voltada para o sul e Rio yamuna, também muito importante na índia, passa por atras do Taj. Eles também construíram uma mesquita de um dos lados, que esta voltada para oeste, direção na qual reverencial Alah. Do outro lado do taj tem outra construção simétrica à mesquita, mas não é uma mesquita, porque não esta voltada para oeste e sim, apenas uma construção maravilhosa.

 

 

É realmente impressionante a imponência do monumento. Achei fantástico conhecer uma coisa que tanto vi por fotos e na televisão e agora ali, diante da minha frente!! Mas de fato, o monumento perde um pouco do seu romantismo tendo em vista as muitas pessoas que se aglomeram em torno dele.

 

 

A história da construção do Taj é fantástica e muito romântica, assim como tem sido muito interessante pra mim conhecer e entender um pouco melhor sobre o universo da índia. Resumidamente, é considerado o monumento mais romântico da história, construído para abrigar as cinzas da mulher de Shah Jahan, que morreu no parto dando a luz a seu 14 filho.

 

 

Depois do taj, fomos no agra forte, onde shah jahan ficou preso. De la, pudemos ver uma vista linda do taj, a mesma que ele morreu olhando, aos 70 anos preso pelo próprio filho.

 

 

 

Já no dia seguinte, saimos para Jaipur cedo e no caminho passamos pela cidade Fatehpur Sikri. Visitamos a cidade que foi toda construída pelo imperador Akbar em pedra arenosa vermelha. Do lado de fora do forte que existe na cidade, uma Mesquita enorme e impressionante, com uma porta enorme de 72,5 metros de altura.

 

 

 

Em jaipur, fomos direto visitar o templo hindu. Fiquei apaixonada em ver aquele lindo monumento, todo de mármore construído em 1882, que abriga Deuses mitológicos e de profundo significado para os indianos e também para mim. Me senti a mesma criança que frequentava a igreja católica todos os domingos, orando e agradecendo pela vida.

 

 

Nos templos hindus, acontecem as vezes 08 cerimônias por dia, que são sempre iguais. Nas cerimônias, eles usam um candelábrio para purificar as pessoas através do fogo. E depois, jogam um pouco de água em todos para acabar a limpeza. Debaixo da cúpula é onde acontecem as meditações. Saí de lá encantada com tanta beleza e significado.

 

 

 

 

No dia seguinte em jaipur, visitamos o forte amer que fica em old jaipur. A subida foi muito exótica no lombo de um elefante. Neste forte, existem mais ou menos uns 100 elefantes que fazem o trajeto algumas vezes por dia carregando o condutores e mais 02 pessoas. São animais tranquilos e muito fortes e treinados para esta função apesar de não estarem 100% em seu ambiente natural. Apreciei muito a beleza da construção desse forte.

 

 

 

 

Ainda neste dia, fizemos uma visita à fabrica de tapetes e amei ver a confecção de algumas peças. Na verdade, apaixonei por um tapete e até comprei para a casa nova. Achei muito bom o fato de eles entregarem em sua casa no Brasil. Vimos também como fazem as lindas estampas dos lenços de seda, saris e chales. Encantador.

 

 

E para completar e fechar com chave de ouro, descemos no mercado local em Jaipur. Os mercados daqui são quase sempre lojas na beira da rua, muitas lojas vendendo coisas similares. O artesanato local é maravilhoso para quem curte lindas coisas indianas como eu e ficamos realmente enlouquecidas escolhendo bolsas, sandálias e lindas capas de almofadas. Voltamos pra casa com muita alegria por ter tido um dia tão diferente e também muitas sacolas.




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por Simone Las Casas

 

A capital mundial do yoga surpreendeu minhas expectativas. Já na chegada, me toquei o quanto aquele lugar era especial para mim e quantos anos passei vivendo intensamente algumas experiências na teoria, mas sem realmente visualizar, conhecer bem de perto as bases e raízes de tudo aquilo em que eu acredito e prático.

 

 

Saímos de Delhi bem cedo para a estação de trem e pegamos aproximadamente 04 horas de viagem até Haridwar. Nesta cidade acontece o maior festival religioso do mundo em número de pessoas, o festival Kumbh Mela. Passamos pela maior estátua de Shiva da Índia, muito imponente e representando um olhar penetrante.

 

 

 

De lá, um ônibus nos levou para Rishikesk em 01 hora. O primeiro dia foi de reconhecimento e sim, já fique encantada. Gosto muito de cidades menores, principalmente uma tão charmosa rodeando o Ganges. Caminhamos a pé por um comércio inspirador, com muitas imagens de Deuses, CDs e livros que remetem a Yoga. Fechamos o dia com um ritual no Ashram, às margens do Ganges, observando o por do sol perfeito ao longe, o que assentou ainda mais a minha percepção sobre o objetivo desta viagem.

 

 

 

Ashrams são locais onde as pessoas se dedicam ao caminho espiritual. Muitos indianos moram nestes locais se dedicando ao yoga e à meditação, seguindo a filosofia de acordo com linhagem do Guru ou Swami que coordena aquele Ashram. E no segundo dia, visitamos vários deles espalhados por Rishikesh. Fizemos uma prática de yoga no hotel cedo antes de sair e caminhamos por quase toda a cidade, parando para conhecer estes lugares e também alguns templos sagrados. Logo no início da caminhada encontramos uma espécie de procissão indiana. Fomos convidadas à participar pelas lindas mulheres que dançavam e cantavam e nos cobriram de cores, deixando a marca tradicional delas em nossa testa.

 

 


Foi muito especial para mim ver a rotina que os Ashrams seguem. É exatamente a mesma rotina que vivo quando estou em alguns cursos de aprofundamento espiritual que geram uma profunda transformação, principalmente o instituto visão futuro, coordenado pela Susan Andrews. Despertar as 04:30, meditação, prática de ásanas, palestras ou estudos almoço, palestras, prática de ásanas, meditação e jantar.

 

 

 

 

Nestas visitas, tivemos a oportunidade de ver as salas de meditação, bibliotecas e estruturas internas dos Ashrams. Passamos também por uma caverna onde meditou um grande mestre espiritual por longo tempo e pudemos sentir a vibração do local à beira do Rio. Meditamos ali o um tempo e seguimos a caminhada, impressionada com os macacos que estão por toda parte esperando ver uma sacola de plástico para avançar e tomar da sua mão. Eles ficam o tempo todo alertos aguardando a oportunidade de pegar sua comida.

 

 

 

 

Almoçamos e voltamos para o hotel para a experiência da tarde, que foi incrível. De ônibus, subimos pela encosta da montanha aproximadamente meia hora. Descemos em um ponto alto para continuar a trilha a pé. O objetivo? Chegar no Shri kunjapuri templo no topo da montanha, literalmente aos pés dos himalaias. A vista era sensacional durante a trilha de 03 km e chegamos no templo alguns minutos de um dos pôr do sol mais bonitos que já presenciei. Momento perfeito para se interiorizar ainda mais e preparar para o último dia do ano. O sol, um dos objetos que uso como foco para a meditação diária, em sua forma perfeita. Uma esfera brilhante de contornos bem definidos e uma luz intensa. Aproveitei para contemplar e fixar bem esta imagem na minha mente para que eu dê este objeto de concentração a ela quando sentar para meditar.


No último dia do ano e em Rishikesh, tínhamos apenas um objetivo. Mergulhar nas águas do Ganges, o rio sagrado que tem tanta história e traz muitas bênçãos. Alguns hindus acreditam que uma vida não é completa sem um mergulho no Ganges pelo menos uma vez na vida. Muitas famílias hindus conservam um frasco com água do rio em suas casas, hábito que é considerado prestigioso, para que pessoas à beira da morte possam beber de sua água; muitos hindus acreditam que o Ganges pode limpar uma pessoa de todos os seus pecados, e poderia até mesmo curar a doença.

 


A visita as ruínas do Ashram do Mararishi Maresh foi inspiradora. Quando vieram para cá, os Beatles moraram neste Ashram por 02 meses e compuseram cerca de 33 músicas, inspirados pelo Ganges. Criador da Meditação Transcendental, técnica que usa mantras para atingir um estado chamado vigilância tranquila, Maharishi já era conhecido internacionalmente antes de ser o tutor do quarteto mais famoso de todos os tempos. Mas quando os Beatles entraram no Ashram do guru eles certamente elevaram a fama do Maharishi e por tabela ampliaram o tipo de turismo que até hoje move Rishikesh: o de ocidentais em busca da espiritualidade. Não conseguimos entrar por estar trancado, mas pudemos ver as instalações por fora dos muros e já valeu a viagem.
Sem palavras para descrever o quanto foi perfeito o mergulho nas águas geladas do Ganges. Procuramos um local mais reservado nesta praia fluvial, mas logo chegaram vários indianos curiosos com a novidade. Por mais que estivéssemos bem vestidas, éramos 03 mulheres brasileiras tirando fotos na beira do Rio e entrando para um mergulho restaurador. E foi um momento maravilhoso, inesquecível!!

 

Aproveitei depois para ir à procura do tão esperado sino tibetano. Os sinos de mão, ou tingshas, são usados para “limpar” o ambiente e “pacificar o espírito". A vibração do sino é intensa e podemos harmonizar a nossa vibração interior com a vibração relaxante do sino. No momento em que o sino toca, nossas mentes se tornam um com o Som. O sentido da audição se torna uma ponte para interiorizar a nossa mente e propicia o desenvolvimento da concentração que propicia a entrada em estágios meditativos. Fiquei muito feliz com esta compra, pois estava há muito tempo procurando este instrumento. Toquei ele algumas vezes para me preparar para a passagem do ano, que foi muito especial e diferente de tudo que eu já tinha vivido. Aguardem o próximo post!!




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por Simone Las Casas

 

A chegada em Delhi foi um tanto quanto diferente. Fui recebida com um colar de flores lindo pelo transfer que me pegou no aeroporto. Acostumar com paisagem simples, as vezes pobre da Índia e também com o buzinasso constante foi meu maior desafio. Confesso que o choque de realidade já aconteceu neste primeiro momento, após sair do chiquérrimo aeroporto e Dubai e chegar em Delhi.

 

 

Cheguei no hotel com duas noites quase que sem dormir, tomei um bom banho e já fomos para a rua para uma bela caminhada. O primeiro dia foi de adaptação e bem agitado. Visitamos um museu arqueológico e fiquei encantada com as pequenas esculturas de barro super antigas
mostrando ásanas de yoga.

 

 

 

 

Depois, entramos no lindo templo sikh chamado kurudvara. Sikhismo são adeptos que representam 2% da população da Índia. A Índia tem 1000 milhões de habitantes ( acreditam? ) e 04 religiões principais. Porordem de adeptos, temos o hinduísmo, islamismo ou muçulmanos, sikismos e cristianismo. Deixamos os sapatos na entrada e senti muito respeito e devoção dos visitantes. Os sikis não cortam cabelo nunca por acreditarem que a energia durante a meditação e protegida através dos longos cabelos e também do turbante.

 


O ponto alto do dia foram as ruas do comércio de Delhi. Quantas cores, variedades, roupas e comida sendo vendidas na mesma barraca, um show de coisas lindas e muito baratas. Uma roupa bordada indiana, calça e vestido por R$6,00, inacreditável. Eu estava bem cansada, mas me diverti com as ruelas cheias e o mundo de possibilidades e experiências que estavam se abrindo já neste momento.

 

 

Na manhã seguinte, a prática de yoga com o professor Gerson selou o início da viagem de uma forma muito especial. Uma conexão profunda se estabeleceu e a intenção de me entregar de corpo e mente a esta experiência se firmou ainda mais. Foi o dia do Tour pelos monumentos
espetaculares de Delhi.

 

 

 

 

A mesquita jama maskid, maior mesquita muçulmana da Índia, foi encantadora. Mas não mais interessante que as ruas ao redor da mesquita, o mercado Chandi Chowk, muito cheio e envolvente. Fizemos o passeio de bicitaxi, pois era impossível transitar a pé pelas ruas e valeu 100% a experiência. Mas foi uma pena não descermos para as comprinhas, pois passamos por um comércio maravilhoso, com fitas belíssimas e saris maravilhosos.

 

 

 

De lá para o Mausoléo do imperador Hamayun, segundo rei da Índia. Lindíssimo e importante monumento da arquitetura mongol construído pela sua mulher. Construído um século antes do Taj Mahal, demorou 20 anos para ser acabado. O Taj é cópia deste lindo monumento em alguns
aspectos. Achei de uma belezampressionante.

 

 

 

 

Para fechar com chave de ouro, visita ao complexo Qutab Minar. Este sim, o monumento tão importante quanto o Taj Mahal em Delhi. No local, haviam 27 templos hinduístas e budistas que foram destruídos no século 12 pelos muçulmanos, que construíram a primeira mesquita de Delhi.

 

 

 

 

Quanta coisa em apenas 02 dias não?! Parece que já estou aqui há bastante tempo, mas é apenas o início. Amanhã, Rishikesh.




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por Simone Las Casas

 

Estou começando a esvaziar minha mente e me preparar para este mês de viagens. Mesmo não sendo tanto tempo, acredito que será uma experiência transformadora. É muito interessante perceber como cada um é diferente neste mundo. Igualmente interessante é realizar que todos somos um. E o que importa não é de onde você veio, mas sim, a pessoa que escolheu ser.

 

 

A viagem é um pouco cansativa. Sai do Brasil as 02:00 da manhã e cheguei em Dubai as 21:30 da noite. Aí, voo para Delhi só as 04:30 da manhã novamente, o que significa que meu sono não sabe mais que horas são. O aeroporto de Dubai é um dos mais impressionantes que já conheci, com muitas lojas lindas e pessoas do mundo inteiro. Amei ficar sentada reparando os costumes, línguas e roupas de todos que passavam por mim enquanto eu estava na leitura frenética de "O Sari Vermelho", um romance fascinante que conta a história da Índia.

 

 

Mas minha mão já estava doida para escrever um pouco e minha mente precisava organizar as idéias e pensar no que está viagem realmente significa pra mim. E sempre faço isso colocando no papel (agora, no iPad). Adoro colocar meus sentimentos para fora escrevendo, pois é uma excelente terapia para nós mesmos quando ouvimos nosso pensamentos.

 

 

 

Embarcando para a viagem dos meus sonhos, acho que desde de os 16 anos mais ou menos. Tentando não criar expectativas, mas já imaginando a variedade de emoções e sentimentos que terei com esta experiência. Eu amo sair da zona de conforto, mas confesso que senti um friozinho na barriga quando embarquei sozinha para o outro lado do mundo. Mas a alegria pela oportunidade de conhecer esta cultura e costumes sempre falou mais alto.

 

 

Para vocês que irão me acompanhar por aqui, contarei esta viagem em forma de diário, como se estivesse escrevendo para mim mesma como sempre fiz quando viajo. Para contar sobre uma experiência, preciso senti-la profundamente e estar inteira no momento presente. Principalmente em se tratando de um local com tanto significado espiritual, que é o que estou buscando. Portanto, cada foto ou cada palavra estará carregada de sentimento e significado, que é a essência do que vou ver e quero compartilhar com vocês!!

 

 




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About Me


Simone Las Casas tem 33 anos, mãe do Yuri, é formada em direito e pós graduada em gestão de negócios. Movida pela paixão por Spa's, massagens, Yoga, e tudo que se relaciona a Bem Estar, hoje é consultora na empresa Expertise Spa Consulting, professora de Yoga, Wellness Coach certificada pela Febracis BH, digital influencer e assessora o marketing da empresa Ecogranito

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